Կապուղիներ
Rol da obra q[ue] se fes nas Cazas da rua do Machede defronte da Cadeja dos Estudantes, q[ue] saõ da Congregaçaõ dos Monges das Covas, por ordem do M[ui]to R[everen]do S[enho]r Manoel Estevens da Costa, conigo em a S[ant]a Igr[ej]a Metropolitana desta cid[ad]e de Evora, em o Mes de Setembro de mil e sette centos e trinta e quatro annos...
[Certidão de Manuel Estevens da Costa relativa às obras realizadas nas casas da rua do Machede]
Arendamento da Erd[ad]e do Corral d'Obra de dentro e de fora e dos mais bens, da Capella da Real Cova, q[ue] instituio Antonio Luiz Ribeiro de Barros, q[ue] dá de arrendam[en]to por seu Procorador o R[everen]do Conigo Francisco da Maij dos Homens Corvo a Jacinto da Roza Abrantes Oliveira
Formalidade da adição q[ue] vay na Folha do Almox[arifa]do da Villa de Alamq[ue]r, pertencente às Recolhidas de Olhalvo
Mesilania Corioza e Devertida Com Pesas Nutrativas p[ar]a q[u]alq[ue]r Genio
Sermão q[ue] pregou o Il[ustríssimo] [e] R[everendíssimo] P[adre] Ant[óni]o Vieira
Sentença q[ue] deo a Inquizição de Coimbra ao D.or Ant.º Homem Lente de Prima de Canones, na Universidade de Coimbra, e Conigo Doutoral na See desta cidade
Copia da resposta q[ue] deo o S[enho]r D[outo]r Provizor a Roma acerca da suplica q[ue] os Monges das Covas fizeraõ p[ar]a se lhe aprovar a Eleiçaõ de Pay e Patrono e titular a S[ão] Paulo prim[ei]ro Eremita
Relacão do Emventario q[ue] se fes neste Recolhimento do Dezagravo do S[antis]s[i]mo Sacram[en]to por Ordem do Ill[ustrissi]mo e R[everendíssi]mo S[e]n[ho]r Vigario Capitular e mais Quezitos q[ue] nos são pedidos
Memoria das Cortes q[ue] participou o D[outo]r Manoel de Azevedo Soares
Provizaõ q[ue] V[ossa] S[enhoria] Il[ustrisi]ma mandou passar ao M[ui]to R[everen]do S[e]n[ho]r D[out]or Simaõ Joze Silv[eir]o Lobo Conigo Prebendado nesta Santa Sé p[ar]a vizitador ordinario sem limitassaõ alguma de jurisdiçaõ, e poder do Convento dos Monges Congregados das Covas de Monfurado
Carta de Instrucção e Concelhos q[ue] ao S[e]n[ho]r Rey Dom Joze 1º, q[ue] Deus haja em Gloria sendo Princepe escreveo D[om] Luiz da Cunha q[ue] foi Min[istr]o em Inglaterra, França e Hollanda, p[ar]a universal, e particullar Governo do Seu Reyno, q[uan]do subisse ao Throno
Rezumo dos movim[ent]os mais pressizos da Imfant[a]r[i]a e das uozes com q[ue] se devem mandar
Anotasoins q[ue] vem em o prinsipio do Kalendario Serafico. Traduzidas em portugues p[ar]a com mais facilidade as emtenderem as R[e]l[igios]a[s] q[ue] por ele rezão
Dos santos q[ue] ouve e[m] Portugal q[ue] nacerão no mesmo reyno
Liuro q[ue] hade seruir p[ar]a despender Tab[ac]os e Reçeber D[inhei]r[o]
Rellação da forma em q[ue] foram repartidos os 500 co[n]ttos da noua contribuição p[e]las comarcas do R[ei]no e o q[ue] importa deste resp[ei]to por usual com o abatim[en]to de vinte cinco contos settecentos e vinte hu[m] duz[en]tos e cincoenta r[ei]s q[ue] acrescerão a Lix[bo]a e termo dos 132 co[n]ttos de computo certo
Estillo q[ue] El Rey D[om] João II uzaua com o Duque de Beja o S[enho]r D[om] Manoel q[ue] depois foy Rey
Arrematação q[ue] fez em praça D[om] Jorge de Almeyda da Quinta de Alvalade, o grande t[e]r[m]o de L[i]x[bo]a q[ue] foi de Diogo de Castilho Coutinho
Discurso sobre o pacto, e ajuste q[ue] com a gente de naçam celebrou o S[e]n[ho]r Rey D[om] Joam 4º em perdoar lhes a conden[aç]am q[ue] pertence ao Fisco R[eal] depois de julgados p[e]lo S[an]to Off[ici]o deste R[ei]no
Ley em q[ue] S[ua] Mage[s]t[ad]e manda q[ue] nenhu[m]a pessoa sirva mais q[ue] hum officio
Gouerno da casa R[ea]l e off[ici]o de mordomo mor e filham[en]tos q[ue] faz dos criados del Rey
Lembrança das obras, q[ue] se fizerão desde 6 de Fev[erei]ro de1746, em q[ue] a entrou a ser R[eit]or o P[adr]e Miguel de Almeyda
Instruçaõ q[ue] o Principe Elleitor Palatino Duque de Neoburg deu à R[ainh]a D[ona] M[aria] Sofia sua filha q[ue] veio para Portugal.
Relação fidellissima do sentim[en]to e da dor q[ue] sendo intima ficou patente na demonstração (pompoza?) com q[ue] a camara de Torres Vedras selebrou as exequias del Rey o Augusto S[enho]r D. João 5 da saudosa memoria