Կապուղիներ
[Alvará de Dom Filipe III, rei de Portugal, pelo qual autorizou que os religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo pudessem tomar e tapar a serventia da Rua Verde, na mesma vila, durante as obras de edificação do seu mosteiro]
[Provisão régia pela qual se autoriza que possam tapar e tomar a serventida da Rua Verde em Montemor-o-Novo, no âmbito da refundação da Casa de São João de Deus nessa vila]
[Licença para a edificação da ermida de São João de Deus]
[Consulta sobre o direito de edificação]
[Consentimento da Câmara e da Confraria de Santo António de Montemor-o-Novo para a edificação de um mosteiro de São Domingos na dita vila]
Papel Curiozo sobre As serventias dos Officios
[Ordem de Dom João VI dirigida ao provedor das lezírias para afixar editais durante trinta dias, para ser provida a serventia do ofício de carreteiro]
Ascendência da Casa e Morgado das Torres de Vila Verde
[Ordem régia proibindo a edificação nos bairros devastados pelo terramoto
[Carta de agradecimento de Sebastião Xavier Botelho ao Conde de Vila Verde]
[Carta de cortesia de Sebastião Xavier Botelho ao Conde de Vila Verde]
[Carta de cortesia de Sebastião Xavier Botelho ao Conde de Vila Verde]
[Decreto sobre a edificação de um novo palácio real e respectivas demarcações]
[Ofício do Conde de Vila Verde, relativo a uma querela envolvendo estrangeiros]
[Carta de Luís ao Conde de Vila Verde, seu primo, acompanhando um requerimento]
[Carta de cortesia de Francisco de Almada e Mendonça ao Conde de Vila Verde]
[Carta do Visconde de Anadia ao Conde de Vila Verde, intercedendo por um familiar]
[Alvará do Príncipe Regente Dom Pedro, enquanto administrador do mestrado e Ordem de Avis, pelo qual autorizou que Dom Sancho de Faro, comendador e alcaide-mor da vila de Mora, continuasse a administrar a comenda e a alcaidaria-mor da mesma vila, por mais um ano]
[Testamento de António Simões Colaço, morador na Rua Verde, em Montemor-o-Novo]
[Ordem de Dom João VI dirigida ao provedor das lezírias e pauis de Santarém para afixar editais durante trinta dias, para ser provida a serventia do ofício de almoxarife do almoxarifado da Malveira]
[Carta de Luís ao Conde de Vila Verde, seu primo, dando parecer sobre remunerações de ofícios]
[Carta de José (Cardeal Patriarca?) ao Conde de Vila Verde, seu sobrinho, dando-lhe os parabéns]
[Relação de testadores e testamenteiros por tomar contas, entre os anos de 1835 e 1864, relativo à vila de Lavre (?)]
[Ordem de Dom Miguel dirigida ao provedor das lezírias e pauis de Santarém para afixar editais durante trinta dias, para ser provida a serventia vaga do ofício de escrivão da contadoria das jugadas de Santarém]
[Carta do Conde da Ponte ao Conde de Vila Verde, sobre informação relativa a missões desempenhadas]
[Livros de registo das cartas das Capitanias do Pará e Rio Negro escritas por Francisco Xavier de Mendonça Furtado, Governador e Capitão General do Estado do Grão-Pará e Maranhão]
Cartas e papéis oficiais dirigidos a Francisco Xavier de Mendonça, Governador do Maranhão e Grão Pará
Cartas e papeis vários para a história do Brasil
Processos civis e eclesiásticos
Cartas e vários papéis relativos aos governos da Índia e do Brasil
Documentos relativos à Mesa da Consciência e Ordens
Secretaria de Estado dos Negócios do Reino
Secretaria de Estado
[Doações dos reis de Portugal a vários nobres desde D. Afonso V]
[Documentos sobre a extracção e comércio de diamantes do Brasil, a reforma da Universidade de Coimbra, acção política do Marquês de Pombal e assuntos diplomáticos, entre outros]
Avisos régios e outros papéis
Avisos régios e outros papéis
Cartas de Francisco de Sousa Coutinho sendo Embaixador em Roma escriptas a varios
[Foral dado à cidade de Coimbra por D. Manuel I]
Segundo Livro Em que se continuaõ as cartas p[ar]a S[ua] M[a]g[esta]de, e as de correspondencia p[ar]a seus ministros, e embaixadores em esta embaixada que fas em Franca o Excell[enti]ss[i]mo Senhor Conde Almirante
Memorias para a Historia Ecclesiastica Asiatica
Memorias Historicas, e Politicas Ecclesiasticas, e Seculáres do reyno de Portugal
Memórias do Patriarcado de Lisboa
Doacão de todalas re[n]das e dir[ei]tos reaes de coimbra e reguengos e ofiçios e t[ri]b[ut]os (?) ao most[ei]ro de samtiaguo
Mesa Das tres ordens Militares De Christo Santiago, e Aviz. Bullas, decretos, Rezoluçoens, e Assentos desde a sua creação the o anno de 1731
Carta de Dom Henrique de Menezes para ElRey expondo-lhe o que passara com o Cardeal Santiquatro sobre pretender o Cardeal Dom Martinho Arcebispo do Funchal; e pedindo-lhe o mandasse retirar para o Reyno por temor do dito Arcebispo
[Alvará a Francisco Barreto, capitão-mor da empresa do Monomotapa, sobre o regimento que há-de ter o feitor. Almeirim, 18 de Março de 1569]
[Alvará concedendo a Francisco Barreto, capitão-mor da empresa do Monomotapa, a jurisdição na costa de Melinde e ilhas adjacentes. Almeirim, 18 de Março de 1569]
[Carta régia passada por Filipe I, dando posse a D. Maior de Almeida, de umas casas em Almeirim, e de outros bens que tinham ficado por morte de seu marido D. Pedro de Meneses]
[Testamento aberto do Frei Alexandre dos Santos, noviço em São João de Deus de Moura]
[Provisão de Dom José de Melo, Arcebispo de Évora, pela qual autorizou a celebração de missas e ofícios divinos no oratório junto à capela exterior da igreja do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo]
[Alvará de Dom Filipe III, rei de Portugal, pelo qual autorizou que os religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo pudessem tomar e tapar a serventia da Rua Verde, na mesma vila, durante as obras de edificação do seu mosteiro]
[Carta do doutor Álvaro Tinoco, cónego da Sé de Évora e provisor do espiritual e temporal do Arcebispado de Évora, pela qual publicou em favor do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo o jubileu de indulgência plenária e remissão de pecados que fora concedido àquele convento por breve apostólico de Sua Santidade, o papa Urbano VIII, a todos os fiéis que se deslocassem ao mesmo convento e aí permanecessem durante quarenta horas rezando pias e devotas orações, declarando-se ainda que o mesmo jubileu duraria um período de 7 anos, começado em 7 de Fevereiro de 1644 e acabado em igual dia do ano 1650]
[Carta monitória do doutor Tomé Álvares Velho, juiz conservador dos religiosos do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, aos notários, clérigos de missas e ordens sacras e demais pessoas do eclesiástico das vilas de Montemor-o-Novo e de Alcácer do Sal, ordenando-lhes a colecta de certas quantias em favor daquele convento que eram devidas por pessoas moradoras naquelas vilas]
[Certidão de João de Mira de Carvalho, escrivão dos órfãos de Montemor-o-Novo, pela qual certificou em favor dos religiosos do Convento de São João de Deus da mesma vila as verbas do inventário de partilhas de Catarina Morata, viúva de Manuel Gonçalves da Silva, em que constassem os bens de raiz que ficaram por sua morte, os encargos impostos àquele convento no seu testamento e a soma em que importava toda a sua fazenda existente]
[Carta do doutor Tomé Álvares Velho, cónego da Sé de Évora e provisor do espiritual e temporal do Arcebispado de Évora, pela qual publicou em favor do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo o jubileu de indulgência plenária e remissão de pecados que fora concedido àquele convento por breve apostólico de Sua Santidade, o papa Clemente X, a todos os fiéis que se deslocassem ao mesmo convento e aí permanecessem durante quarenta horas rezando pias e devotas orações, declarando-se ainda que o mesmo jubileu duraria um período de 7 anos, começado no ano 1671 e acabado no ano 1678]
[Pastoral de Dom Diogo de Sousa, Arcebispo de Évora, pela qual ordenou que não se colocassem bancos nem tamboretes nas capelas da Igreja do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, a fim de evitar que nas ocasiões de festas aí se sentassem homens junto dos estrados onde se sentavam as mulheres]
[Certidão de João de Mira de Carvalho, escrivão dos órfãos de Montemor-o-Novo, pela qual certificou em favor dos religiosos do Convento de São João de Deus da mesma vila as verbas do inventário de partilhas de Catarina Morata, viúva de Manuel Gonçalves da Silva, em que constassem os bens de uma capela instituída pela defunta e da qual os referidos religiosos eram administradores]
[Informações prestadas por Frei Joaquim do Sacramento, prior do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, sobre a indulgência plenária da Porciúncula]
S[e]n[te]nca Ciuel a fauor dos R[eueren]dos Padre Prior, e mais Religiozos do Conu[en]to de São João de Deos da V[ill]a de Montemor o Nouo contra os Jrmaos da Menza da ordem Tersseira da dita V[ill]a
[Provisão do doutor Frei Jerónimo de São José, provisor e chanceler do Arcebispado de Évora, pela qual publicou em favor do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo o jubileu de indulgência plenária e remissão de pecados que fora concedido àquele convento por breve apostólico de Sua Santidade, o papa Bento XIV, a todos os fiéis que se deslocassem ao mesmo convento no dia 16 de Julho de cada ano e aí permanecessem durante quarenta horas rezando pias e devotas orações, declarando-se ainda que o mesmo jubileu duraria um período de 7 anos, começados em 25 de Dezembro de 1750]
Carta deprecat[o]r[i]a de pinhora e citat[o]r[i]a especial p[ar]a na Cid[ad]e de Evora e Villa de Landroal se fazer as delig[en]c[i]as q[ue] nella se declarão a fauor do R[eueren]do Prior e mais Relligiozos do Conv[en]to de S[ão] João de Deos desta Villa
[Informação resumida sobre um processo monitório a respeito do pagamento dos dízimos do azeite de uns olivais vinculados numa capela que fora instituída pelo padre António Nunes Nabo, a qual capela era administrada pelo Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo]
[Procuração dos religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo, pela qual substabeleceram poderes no doutor João da Silveira, advogado na mesma vila, a fim de ser o seu procurador para requerer justiça numa causa em curso no Juízo da Provedoria de Évora que, contra eles, era movida por António da Fonseca, da vila de Alverca, como administrador que fora da capela instituída por João Nunes da Guarda]
[Provisão de Frei Luís António da Piedade, prior provincial da Ordem de São João de Deus na Província de Portugal, pela qual autorizou Frei Jerónimo dos Serafins, prior do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, a efectuar escrituras de quaisquer tipologias de contratos relativas às propriedades urbanas e rústicas pertencentes ao referido convento]
S[e]n[te]nca Ciuel do R[eueren]do Prior e Religiozos de S[ão] J[oã]o de Deos da v[ill]a de Montemor o nouo Contra Antonio da Fon[se]ca
[Manifesto de José António Soares da Costa, pelo qual declarou ter ajustado com os religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo a compra de azeitona de cinco olivais situados nos coutos da mesma vila, pertencentes ao mesmo convento, pelo preço de 2 sacos de azeitona cordovil e 35 alqueires de azeite, pagos à bica das primeiras moeduras, sob condição de serem feitas no lagar de Manuel Caetano Pratas]
S[e]n[te]nca ciuil A fauor do Prior e Mais Religiozos do Comvemto de Sam João de D[eo]s desta Villa Contra os Rendeiros e foreiros do mesmo Comvemto
Treslado do Testtam[en]tto com q[ue] profesou o P[adr]e Frey Joze da Asumpsam religiozo da ordem do Patriarcha o S[anto] S[am] Joam de Deos no comvemtto desta v[ill]a. Anno de 1780.
[Conta que se fez no Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo perante José Pedro de Rates Xavier da Silva, procurador de Martinho José Libureiro Almadanim, sobre a dívida que este último devia ao referido convento, desde o ano 1773 até ao ano 1785, a respeito dos ofícios da capela do reverendo Martinho Coelho Almadanim]
obrigacam de divida da quantia de 300$000 r[ei]s que dam a Rezam do juro de sinco por ssento os Reuerendos Rellegiozos de S[am] Joam de d[eo]s desta villa a Camdido Rodrigues Lavrador da herdade da Basbaia
[Certidão dos religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo, pela qual certificaram a celebração de 5 missas de corpo presente pela alma de Luís Pereira, as quais mandara dizer o seu testamenteiro Joaquim Luís]
[Certidão dos religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo, pela qual certificaram a celebração de 4 missas de 'die obitus', pela alma de Luís Pereira, as quais mandara dizer o seu testamenteiro Joaquim Luís]