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[Provisão de Frei Luís António da Piedade, prior provincial da Ordem de São João de Deus em Portugal, pela qual ordenou que Frei Jerónimo dos Serafins, prior do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo, tomasse a posse de 400$000 réis aplicados a juro que Frei Luís da Piedade, falecido no Convento de Olivença, tinha emprestado a pessoas de Montemor-o-Novo, a fim de tal quantia ser coisa própria do convento montemorense e servir para a manutenção e sustento dos seus religiosos]
[Provisão de Frei Luís António da Piedade, prior provincial da Ordem de São João de Deus na Província de Portugal, pela qual autorizou Frei Jerónimo dos Serafins, prior do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, a efectuar escrituras de quaisquer tipologias de contratos relativas às propriedades urbanas e rústicas pertencentes ao referido convento]
[Licença passada por Luís António da Piedade, Prior Provincial e Enfermeiro-mor da Província de S. João de Deus em Portugal, Algarve e Índia, ao Frei Luís da Piedade, Prior do Convento de S. João de Deus de Montemor-o-Novo, para em seu nome poder aforar um olival]
[Certidão de sentença de condenação do Padre Frei Jerónimo dos Serafins que tinha sido Prior do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo]
[Informações prestadas por Frei Joaquim do Sacramento, prior do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, sobre a indulgência plenária da Porciúncula]
[Confirmação dada pelo Frei João da Trindade, prior do Convento de Nossa Senhora da Piedade de Santarém, de que os religiosos do Convento tinham rezado as missas em cumprimento do legado testamentário deixado por Tomásia Joaquina]
[Sentença cível a favor do reverendo prior e mais religiosos do Convento de São João de Deus em Montemor-o-Novo]
[Memórias relativas a capelas no Convento de São João de Deus]
[Codicilo de Frei Alexandre dos Santos, religioso da Ordem de São João de Deus]
[Procuração passada por Francisco da Cunha Eça a Frei Estevão da Silva, prior do Convento de São João de Deus, de Montemor-o-Novo, para poder cobrar um moio de trigo e seis galinhas, por ano, no casal da Bataca, Concelho de Arruda dos Vinhos]
[Testamento aberto do Frei Alexandre dos Santos, noviço em São João de Deus de Moura]
[Convocatória enviada pela Câmara de Montemor-o-Novo a Frei João dos Reis da Ordem do Bem-Aventurado Convento de João de Deus]
[Petição do prior e mais religiosos do Convento de São João de Deus para lhes ser passada certidão de uma escritura de 100 mil réis a juro a favor de Filipa Cruz]
[Certidão de frei Domingos de São Jerónimo, Eremita Descalço de Santo Agostinho e prior no Convento de Montemor-o-Novo, em como se disseram sessenta missas de esmola pela alma de Margarida da Rosa a pedido de Pedro Luís, lavrador e irmão da mesma]
[Quitação emitida pelo Frei Francisco da Conceição, prior do Convento de Nossa Senhora das Mercês de Évora, a atestar o cumprimento de missas pelos religiosos deste Convento, por alma de Escolástica Maria]
[Mandado de penhora contra Francisco Luís Nabo por dívida de foro ao Convento de São João de Deus da Vila de Montemor-o-Novo]
[Recibo pelo pagamento do foro ao Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo]
[Sentença Cível do Padre André Gonçalves, prior de Santo Aleixo, contra os religiosos do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, sobre a foro de 1 moio de pão da Herdade de Monfurado]
[Carta do Conde de Amarante, Francisco da Silveira Pinto da Fonseca, a Frei Cristóvão de Santa Catarina de Sena, intercedendo em favor do prior do Convento de Amarante]
[Ofício da Mesa do Conselho Geral do Santo Ofício a Frei João de Azevedo, prior da Igreja de Nossa Senhora da Graça, em Lisboa, solicitando o envio das diligências de habilitação que os padres Frei Luís e Frei Macário, filhos de Dionísio Dias e Isabel Aires, um dos quais, já falecido em Roma, tinham feito para ingressar naquele convento]
[Petição do prior e mais religiosos agostinhos descalços do Convento de Nossa Senhora da Conceição da Piedade de Montemor-o-Novo ao Provedor da Comarca de Évora para trazerem borregos nos coutos da vila]
[Certidão emitida por Frei Pedro da Purificação Alves Preto, sacristão-mor do Convento de São Domingos de Montemor-o-Novo, a atestar o cumprimento de missas por alma de Luís Pereira]
[Certidão passada por Frei Joaquim do Sacramento, Religioso Sacerdote da Ordem de Nosso Padre São João de Deus e Sacristão Mor no Convento de Montemor-o-Novo, referente à celebração de quatro missas determinadas no testamento de Bernardo de Brito Serra]
[Certificado passado por Frei António de Santa Iria, Prior dos Carmelitas Descalços do Convento de Nossa Senhora dos Remédios de Évora, referente às missas que se disseram nesse convento como disposto no testamento de Mariana Correia]
[Petição do prior e mais religiosos agostinhos descalços do Convento de Nossa Senhora da Conceição da Piedade de Montemor-o-Novo ao Provedor da Comarca de Évora para trazerem borregos e carneiros nos coutos da vila]
[Testamento aberto do Frei Alexandre dos Santos, noviço em São João de Deus de Moura]
[Provisão de Dom José de Melo, Arcebispo de Évora, pela qual autorizou a celebração de missas e ofícios divinos no oratório junto à capela exterior da igreja do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo]
[Alvará de Dom Filipe III, rei de Portugal, pelo qual autorizou que os religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo pudessem tomar e tapar a serventia da Rua Verde, na mesma vila, durante as obras de edificação do seu mosteiro]
[Carta do doutor Álvaro Tinoco, cónego da Sé de Évora e provisor do espiritual e temporal do Arcebispado de Évora, pela qual publicou em favor do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo o jubileu de indulgência plenária e remissão de pecados que fora concedido àquele convento por breve apostólico de Sua Santidade, o papa Urbano VIII, a todos os fiéis que se deslocassem ao mesmo convento e aí permanecessem durante quarenta horas rezando pias e devotas orações, declarando-se ainda que o mesmo jubileu duraria um período de 7 anos, começado em 7 de Fevereiro de 1644 e acabado em igual dia do ano 1650]
[Carta monitória do doutor Tomé Álvares Velho, juiz conservador dos religiosos do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, aos notários, clérigos de missas e ordens sacras e demais pessoas do eclesiástico das vilas de Montemor-o-Novo e de Alcácer do Sal, ordenando-lhes a colecta de certas quantias em favor daquele convento que eram devidas por pessoas moradoras naquelas vilas]
[Certidão de João de Mira de Carvalho, escrivão dos órfãos de Montemor-o-Novo, pela qual certificou em favor dos religiosos do Convento de São João de Deus da mesma vila as verbas do inventário de partilhas de Catarina Morata, viúva de Manuel Gonçalves da Silva, em que constassem os bens de raiz que ficaram por sua morte, os encargos impostos àquele convento no seu testamento e a soma em que importava toda a sua fazenda existente]
[Carta do doutor Tomé Álvares Velho, cónego da Sé de Évora e provisor do espiritual e temporal do Arcebispado de Évora, pela qual publicou em favor do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo o jubileu de indulgência plenária e remissão de pecados que fora concedido àquele convento por breve apostólico de Sua Santidade, o papa Clemente X, a todos os fiéis que se deslocassem ao mesmo convento e aí permanecessem durante quarenta horas rezando pias e devotas orações, declarando-se ainda que o mesmo jubileu duraria um período de 7 anos, começado no ano 1671 e acabado no ano 1678]
[Pastoral de Dom Diogo de Sousa, Arcebispo de Évora, pela qual ordenou que não se colocassem bancos nem tamboretes nas capelas da Igreja do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, a fim de evitar que nas ocasiões de festas aí se sentassem homens junto dos estrados onde se sentavam as mulheres]
[Certidão de João de Mira de Carvalho, escrivão dos órfãos de Montemor-o-Novo, pela qual certificou em favor dos religiosos do Convento de São João de Deus da mesma vila as verbas do inventário de partilhas de Catarina Morata, viúva de Manuel Gonçalves da Silva, em que constassem os bens de uma capela instituída pela defunta e da qual os referidos religiosos eram administradores]
[Informações prestadas por Frei Joaquim do Sacramento, prior do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, sobre a indulgência plenária da Porciúncula]
S[e]n[te]nca Ciuel a fauor dos R[eueren]dos Padre Prior, e mais Religiozos do Conu[en]to de São João de Deos da V[ill]a de Montemor o Nouo contra os Jrmaos da Menza da ordem Tersseira da dita V[ill]a
[Provisão do doutor Frei Jerónimo de São José, provisor e chanceler do Arcebispado de Évora, pela qual publicou em favor do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo o jubileu de indulgência plenária e remissão de pecados que fora concedido àquele convento por breve apostólico de Sua Santidade, o papa Bento XIV, a todos os fiéis que se deslocassem ao mesmo convento no dia 16 de Julho de cada ano e aí permanecessem durante quarenta horas rezando pias e devotas orações, declarando-se ainda que o mesmo jubileu duraria um período de 7 anos, começados em 25 de Dezembro de 1750]
Carta deprecat[o]r[i]a de pinhora e citat[o]r[i]a especial p[ar]a na Cid[ad]e de Evora e Villa de Landroal se fazer as delig[en]c[i]as q[ue] nella se declarão a fauor do R[eueren]do Prior e mais Relligiozos do Conv[en]to de S[ão] João de Deos desta Villa
[Informação resumida sobre um processo monitório a respeito do pagamento dos dízimos do azeite de uns olivais vinculados numa capela que fora instituída pelo padre António Nunes Nabo, a qual capela era administrada pelo Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo]
[Procuração dos religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo, pela qual substabeleceram poderes no doutor João da Silveira, advogado na mesma vila, a fim de ser o seu procurador para requerer justiça numa causa em curso no Juízo da Provedoria de Évora que, contra eles, era movida por António da Fonseca, da vila de Alverca, como administrador que fora da capela instituída por João Nunes da Guarda]
[Provisão de Frei Luís António da Piedade, prior provincial da Ordem de São João de Deus na Província de Portugal, pela qual autorizou Frei Jerónimo dos Serafins, prior do Convento de São João de Deus de Montemor-o-Novo, a efectuar escrituras de quaisquer tipologias de contratos relativas às propriedades urbanas e rústicas pertencentes ao referido convento]
S[e]n[te]nca Ciuel do R[eueren]do Prior e Religiozos de S[ão] J[oã]o de Deos da v[ill]a de Montemor o nouo Contra Antonio da Fon[se]ca
[Manifesto de José António Soares da Costa, pelo qual declarou ter ajustado com os religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo a compra de azeitona de cinco olivais situados nos coutos da mesma vila, pertencentes ao mesmo convento, pelo preço de 2 sacos de azeitona cordovil e 35 alqueires de azeite, pagos à bica das primeiras moeduras, sob condição de serem feitas no lagar de Manuel Caetano Pratas]
S[e]n[te]nca ciuil A fauor do Prior e Mais Religiozos do Comvemto de Sam João de D[eo]s desta Villa Contra os Rendeiros e foreiros do mesmo Comvemto
Treslado do Testtam[en]tto com q[ue] profesou o P[adr]e Frey Joze da Asumpsam religiozo da ordem do Patriarcha o S[anto] S[am] Joam de Deos no comvemtto desta v[ill]a. Anno de 1780.
[Conta que se fez no Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo perante José Pedro de Rates Xavier da Silva, procurador de Martinho José Libureiro Almadanim, sobre a dívida que este último devia ao referido convento, desde o ano 1773 até ao ano 1785, a respeito dos ofícios da capela do reverendo Martinho Coelho Almadanim]
obrigacam de divida da quantia de 300$000 r[ei]s que dam a Rezam do juro de sinco por ssento os Reuerendos Rellegiozos de S[am] Joam de d[eo]s desta villa a Camdido Rodrigues Lavrador da herdade da Basbaia
[Certidão dos religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo, pela qual certificaram a celebração de 5 missas de corpo presente pela alma de Luís Pereira, as quais mandara dizer o seu testamenteiro Joaquim Luís]
[Certidão dos religiosos do Convento de São João de Deus da vila de Montemor-o-Novo, pela qual certificaram a celebração de 4 missas de 'die obitus', pela alma de Luís Pereira, as quais mandara dizer o seu testamenteiro Joaquim Luís]