Կապուղիներ
[Feito Cível de Afonso Lopes de Bulhão contra Ana Dias, moradora em Bulhaco, termo da cidade de Lisboa. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Sentença cível passada a favor de António Lopes de Bulhão e sua esposa, contra Gabriel Lopes Bulhão. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Escritura de aforamento de um chão em Trancoso de Baixo, em uma vida, que fez António Lopes Bulhão a Pero Gaspar. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Instrumento de aforamento em três vidas de terra na fundada de Pinhel, que fez António Lopes de Bulhão, Fidalgo da Casa Real, e sua esposa Leonor de Almeida a Brás Fernandes. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Carta de penhora de arrematação da terra da Costa de Bulhaco, que tinha pertencido a Isabel Martins. Documento pertence ao Morgado do Bulhaco]
[Escritura de compra que fez António Lopes Bulhão e sua esposa Leonor de Almeida, a João Jorge, e sua esposa Margarida Dias, de um pardeiro e um chão por preço de 1500 reis. Documento pertencente ao morgado do Bulhaco]
[Escritura de venda de um cerrado de vinha em Bulhaco, no sítio da Carrasqueira, feito por Pero Serrão de Macedo e sua mulher Beatriz de França, a Afonso Lopes Bulhão]
[Demarcações de terras do Morgado do Bulhaco]
[Sentença cível em que era autora Isabel Martins, viúva de Antão Pais, e ré Iria Pais, relativo à Quinta do Bulhaco. Documento pertencente ao Morgado de Bulhaco]
[Relação de documentos jurídicos relativos ao Morgado do Bulhaco]
[Carta régia de arrematação de terras em Bulhaco e na Portela, por Gabriel Lopes Bulhão, em prol de Isabel Gramacha, sua mãe]
[Procuração de Dona Leonor de Almeida, viúva de António Lopes de Bulhão, e da filha de ambos Dona Maior de Almeida, aos seus procuradores, para que eles possam tomar posse das fazendas que ficaram por morte de seu marido. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Sentença cível dada em favor de Dona Helena de Castro contra Afonso Lopes Bulhão, a respeito da contenda que tinham relativamente ao uso e serventia de uma fonte no Casal da Parceira]
[Escritura de emprazamento de três vidas de um cerrado de vinha com suas oliveiras e outras árvores de fruto, situado no lugar do Bulhaco e chamado da Azenha, pertencente à capela e morgado de Lopo das Regras, situada na Sé de Lisboa, que António Lopes de Bulhão e Leonor de Almeida, sua mulher, administradores da referida capela, fizeram a Pêro Martins, moleiro, e Beatriz Fernandes, sua mulher, moradores no Bulhaco, pelo foro anual de um quarto de vinho e duas galinhas no dia de Santa Maria de Setembro]
[Traslado de carta régia de sentença sobre uma contenda passada no Bulhaco, a favor de António Lopes Bulhão, contra Álvaro Anes, relativa a artigos de atentado]
[Declaração com a relação das fazendas que se compraram fora do Morgado do Bulhaco]
[Escritura de emprazamento de uma terra denominada Cabeça de Asno, junto da Quinta do Bulhaco, que fez António Lopes do Bulhão e sua mulher, Leonor de Almeida a Bastião Dias]
[Escritura de emprazamento do Casal do Bulhaco, entre o Mosteiro de Santa Clara de Lisboa e Álvaro Eanes e sua esposa Catarina do Couto. Documento pertencente ao morgado do Bulhaco]
[Escritura de compra da terra de Pinheiro que Afonso Lopes de Bulhão fez a António Brás, trabalhador, e mulher Ana Pires]
[Traslado de escritura pública de aforamento em três vidas, de casas, dois chousos, uma vinha e um mato no Bulhaco, termo de Vila Franca de Xira, feito por António Lopes Bulhão e sua mulher, Leonor de Almeida, a João Fernandes e sua mulher, Beatriz Anes, moradores em Trancoso da Ametade]
[Carta de Arrematação e auto de posse da terra que foi de Francisco da França e da terra junto à Casa do Bulhaco, a Gregório Ferreira. Documentos pertencentes ao morgado do Bulhaco]
[Pública-forma do testamento de Afonso Pires, morador do Casal da Parceira, referente ao Bulhaco]
[Contrato de compra e venda, pelo qual António Lopes de Bulhão, fidalgo da Casa Real, comprou o Casal de Vilares a Afonso Eanes e Maria Lourenço, sua mulher, moradores em Trancoso, freguesia de Calhandriz, termo de Lisboa, pelo preço de 12 alqueires de trigo e 200 reais em dinheiro]
[Escritura de compra e venda de um cerrado com um chão com árvores e oliveiras que Francisco Dias e sua mulher Ana Fernandes venderam a Fernão Vaz, guarda dos dízimos de El Rei, e sua esposa Guiomar da Mota. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Testamento de Dona Maria Madalena de Melo, mulher que foi de João Gaio Machado. Documento pertencente ao Morgado de Bulhaco]
[Escritura de compra que fez António Lopes Bulhão e sua esposa Leonor de Almeida, a João Jorge, e sua esposa Margarida Dias, de um pardeiro e um chão por preço de 1500 reis. Documento pertencente ao morgado do Bulhaco]
[Contrato de compra e venda, pelo qual António Lopes de Bulhão, fidalgo da Casa Real, comprou o Casal de Vilares a Afonso Eanes e Maria Lourenço, sua mulher, moradores em Trancoso, freguesia de Calhandriz, termo de Lisboa, pelo preço de 12 alqueires de trigo e 200 reais em dinheiro]
[Escritura de emprazamento de três vidas de um cerrado de vinha com suas oliveiras e outras árvores de fruto, situado no lugar do Bulhaco e chamado da Azenha, pertencente à capela e morgado de Lopo das Regras, situada na Sé de Lisboa, que António Lopes de Bulhão e Leonor de Almeida, sua mulher, administradores da referida capela, fizeram a Pêro Martins, moleiro, e Beatriz Fernandes, sua mulher, moradores no Bulhaco, pelo foro anual de um quarto de vinho e duas galinhas no dia de Santa Maria de Setembro]
[Sentença cível passada a favor de António Lopes de Bulhão e sua esposa, contra Gabriel Lopes Bulhão. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Escritura de aforamento de um chão em Trancoso de Baixo, em uma vida, que fez António Lopes Bulhão a Pero Gaspar. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Instrumento de aforamento em três vidas de terra na fundada de Pinhel, que fez António Lopes de Bulhão, Fidalgo da Casa Real, e sua esposa Leonor de Almeida a Brás Fernandes. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]
[Feito Cível de Afonso Lopes de Bulhão contra Ana Dias, moradora em Bulhaco, termo da cidade de Lisboa. Documento pertence ao morgado do Bulhaco]