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João Ninguém
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O Zé Pequeno
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Toda a gente... e ninguém
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Terra de ninguem
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Ninguem diga : d'esta agua...
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O Ai Jesus
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Uma mão cheia de rosas ou Rosas de Nossa Senhora
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[Carta de Francisco Ferreira Jorze (?) a D. Tomás Caetano de Bem, participando a morte da mulher, e pedindo ao destinatário que não o desampare pois não tem mais ninguém de quem se valha]
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O colete encarnado
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Desculpa, ó Caetano
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Curva perigosa
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A mala da Bernardette
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João, o Corta-Mar
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P'ra cá do Marão
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[Carta de Simão de Cordes Brandão e Ataíde, lente de Cânones na Universidade de Coimbra, a António Ribeiro dos Santos, sobre as tentativas do opositor canonista Gaspar do Couto, indivíduo muito dedicado à vida da mercatura beneficial que pretendia ingressar no colégio da Faculdade de Cânones, lugar onde ninguém o queria]
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Riquezas da sua avó
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Os bébés
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[Carta de João Xavier Teles de Meneses e Castro, 5º Conde de Unhão, enquanto embaixador à Corte de Madrid (1753-1757) a Sebastião José de Carvalho e Melo, enquanto Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, informando que não encontrou ninguém competente para entregar em Sevilha o dinheiro para a obra da Real Capela de Santo António dos Portugueses, sita naquela cidade]
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A tia Engrácia
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Dois maridos em apuros
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Um fantasma chamado Isabel
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Um homem só
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Testemunha de acusação
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O jogo da rosa