O Hyssope

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Bibliographic Details
Main Authors: Silva Cruz e, Livraria Antiquária do Calhariz
Format: Manuscript
Language:Portuguese
Online Access:https://purl.pt/50919
https://purl.pt/50919/service/media/cover/low
https://purl.pt/50919/service/media/pdf
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MARC

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001 bnp-1084754
003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/catbnp/1084754
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101 0 |a por 
102 |a PT 
105 |a y z 000yy 
106 |a h 
200 0 |a O Hyssope  |e [Poema] heróico cómico  |f António Diniz da Cruz e Silva  |b Manuscrito] 
210 1 |d [1764-1810] 
215 |a [33] f.  |d 22 cm 
300 |a Cópia em letra da mesma mão 
304 |a António Dinis da Cruz e Silva foi o principal fundador e membro da Arcádia Lusitana. Doutorado em Direito em 1753, foi nomeado juiz de fora em Castelo de Vide em 1760 e auditor de um regimento em Elvas em 1764, onde acompanhou o caso que originou "O Hissope". Saiu de Elvas em 1773 ou 74, tendo logo depois assistido à última sessão da Arcádia Lusitana. Foi desembargador no Rio de Janeiro (1776-1787), no Porto (1787-1790) e em Lisboa. No Brasil escreveu odes pindáricas, anacreônticas e metamorfoses inspiradas na natureza local. Também escreveu notas de mineralogia, que nunca publicou. Regressou ao Brasil para participar no célebre caso de Tiradentes, em 1790-91. António Dinis da Cruz e Silva foi cavaleiro da Ordem de S. Bento de Avis. O seu nome foi retirado da 1ª f. 
304 |a Obra incompleta. O "Hissope Cómico" tem 8 cantos (ou 7, nas primeiras versões manuscritas), enquanto este tem apenas 5 
306 |a A obra foi publicada pela primeira vez em Londres [i.e. Paris] em 1802 e traduzida e publicada em Francês em 1828 
307 |a Fólios 1 e 2 rasgados parcialmente. Verso do fólio 7 em branco 
316 |a Não encadernado 
318 |a Compra a José Manuel Rodrigues (Livr. Antiquária do Calhariz), leilão de Maio de 2001  |5 PTBN: COD. 13378 
321 1 |a Inocêncio I, 123-127; VII, 373; VIII, 128-129; XXII, 236-238, 532-533 
321 1 |a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira: vol. 8, p. 179-181 
321 1 |a Dicionário Portugal: vol. VI, p. 876-877 
327 1 |a "O Hissope" é um poema heróico-cómico e uma das principais obras poéticas da literatura portuguesa, apesar de nunca ter sido publicado durante a vida do autor. Foi publicado pela primeira vez em Londres em 1802 e traduzido e publicado em Francês em 1828. É baseado numa disputa ocorrida no séc. XVIII. O deão da Sé de Elvas, João Carlos Lara, costumava, por deferência, colocar o hissope numa porta travessa da Sé como forma de o oferecer ao bispo da cidade, D. Lourenço de Lancastre. Porém este o recriminou por não ter seguido certas instruções que havia dado aos cónegos. Lara deixou de lhe oferecer o hissope. O bispo obteve, então, o apoio do prelado para lavrar um acórdão que obrigasse o deão a oferecer-lhe o hissope. Lara demitiu-se depois de ter visto rejeitado o seu recurso pelo metropolita. O seu sucessor e sobrinho, Inácio Joaquim Alberto de Matos, recorreu ao tribunal régio. D. Lourenço, talvez receando perder desta vez, retirou as suas exigências 
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966 |l BN  |m RESMAN  |p Leilão de José Manuel Rodrigues/Maio 2001  |s COD. 13378  |x 2 
972 |e 1  |z 0  |d 20260312  |v anacris 
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901 |a Manuscripts 
902 |a Manuscript