Liuro de citraria e experiencias de algus caçadores

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Những tác giả chính: Costa Domingos da, Pombal
Định dạng: Bản thảo
Ngôn ngữ:Tiếng Bồ Đào Nha
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MARC

LEADER 00000nbm a2200000 450
001 bnp-1561487
003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/catbnp/1561487
100 |a 20070122d1617 k y0pory0103 ba 
101 0 |a por 
106 |a h 
200 1 |a Liuro de citraria e experiencias de algus caçadores  |e primeiramente fala nas prumages das aues por onde se conhecem he como se hão de tratar he fazer, segundo nas doencas e sinais en que se conhecem e remedios com que se curam  |f [copista Domingos da Costa]  |b Manuscrito] 
210 1 |d 1617 
215 |a F. 1-30, enc.  |d 20 cm 
300 |a Cópia do começo do séc. XVII, em letra da mesma mão 
304 |a Trata-se de um tratado anónimo de falcoaria, cujo original perdido foi escrito provavelmente no séc. XV, sendo, hoje, conhecido através deste traslado feito por Domingos da Costa. Consta de 39 capítulos, onde, depois de um pequeno prefácio, descreve as diversas aves de caça, de alto-voo como os falcões nebris, bafaris, sacres, gerifaltes, alfaneques, bornis, tagorotes e esmerilhãos e de baixo-voo, como os açores e gaviões (caps. 1-11), expõe a maneira de as tratar (caps. 12-15) e apresenta um receituário a aplicar em caso de doença (caps. 16-39). Distingue-se claramente de três tratados, mais antigos, e com títulos semelhantes, que constam no códice depositado no Museu Britânico (ms. 821, do núcleo Sloane), (veja-se a propósito o "Dicionário da literatura medieval galega e portuguesa", p. 399). Segundo o Prof. José Mattoso, no dicionário supra-citado, este tratado foi escrito, decerto, no séc. XV e mostra que o seu autor teve conhecimento e aproveitou o "Livro de Falcoaria" de Pero Menino e talvez mesmo, como sugere Rodrigues Lapa, que o editou, a adaptação do mesmo livro por Pero Lopes de Ayala, composto em 1384 
304 |a Nome do copista retirado da indicação, em letra da mesma mão, inscrita no r.º da primera f. de guarda anterior: "d domingos da costa que ho fes A quantos esta minha carta de sentenca for apresentada o conhecimento dela com direito pertenser faco a saber que a mim meuiou dizer" 
305 |a Serviu de base à edição de Rodrigues Lapa: "Livros de Falcoaria", in Boletim de Filologia, 1, 1933, 199-234 
306 |a Data retirada de nota dada às avessas na última f. de guarda posterior "5 Julho de 1617" 
307 |a Notas posteriores nas f. de guarda anteriores e posteriores em letra de várias mãos, em português e espanhol, com soneto muito incipiente, sobre cetraria, uma poesia, com variantes, do poeta espanhol Lope da Vega (1562-1635) "Es la mujer del hombre lo más bueno", apresenta ainda algumas indicações relacionadas com o tratamento das aves 
307 |a Códice aparado, sem afectar o texto 
307 |a Encadernação de época posterior, em pergaminho liso com vestígios de atilhos de sola 
317 |a Livraria de Sebastião José de Carvalho e Melo, 1.º Marquês de Pombal (Adquirida pela BN em 1887) 
321 1 |a Descrito em: Bibliotheca Nacional de Lisboa. Inventario dos Manuscritos. Secção XIII. Colecção Pombalina / [José António Moniz]. - Lisboa : Biblioteca Nacional, 1891 
321 1 |a Catalogado em: BITAGAP (Bibliografia de Textos Antigos Galegos e Portugueses), manid 1039 
321 1 |a Obra referida em: Dicionário da literatura medieval galega e portuguesa / org. e coord. Giulia Lanciani, Giuseppe. - Lisboa: Caminho, 1993, p. 399 e 409 
321 1 |a Estudos sobre a obra: Tilander, Gunnar, "Acerca del 'Livro de falcoaria' de Pero Menino", in Revista de Filologia española, 23 (1936), 255-274 
321 1 |a Estudos sobre a obra: Vasconcelos, Carolina Michaëlis de - Mestre Giraldo e os seus tratados de alveitaria e cetraria, In Lisboa: Imp. Nacional, 1910 (Sep. da Revista Lusitana, XIII, 1910, 149-432) 
327 1 |a Constituído por: «Capitolo dos falcoes nebris» (f. 2)  |a «Capitolo dos bafaris» (f. 3 v.)  |a «Capitolo dos cacres» (f. 4)  |a «Capitolo dos girifaltes» (f. 4 v.)  |a «Capitolo dos alfeques» (f. 5)  |a «Capitolo dos bornis» (f. 5 v.)  |a «Capitolo dos lagarotes» (f. 6)  |a «Capitolo dos esmirilhaes» (f. 6)  |a «Capitolo como se ha de fazer o falcão quando uem de nouo» (f. 6 v.)  |a «Capitolo dos açores» (f. 7)  |a «Capitolo dos gauiaes (f. 7 v.)  |a «Capitolo quando quizeres mudar a tua aue» (f. 8)  |a «Capitolo como as de tirar a tua aue da muda» (f. 8 v.)  |a «Capitolo como se hão de banzar as aues» (f. 9)  |a «Capitolo pera enxerir as penas das azas e do cabo as aues» (f. 10 v.)  |a «Capitolo do ofego» (f. 11 v.)  |a «Capitolo das aguas» (f. 12 v.)  |a «Capitolo daguia que chamão amarela de que se faz uidrada» (f. 12 v.)  |a «Capitolo da aguoa uidrada» (f. 13 v.)  |a «Capitolo d'ogurão» (f. 14 v.)  |a ; «Capitolo das gromas (sic.)» (f. 16 v.)   |a «Capitolo da pedra» (f. 18)  |a «Capitolo das lonbriguas» (f. 19)  |a «Capitolo das firlandas» (f. 20)  |a «Capitolo da bolha» (f. 21)  |a «Capitolo do papo inchado» (f. 21)  |a «Capitolo da aue que não faz aprumada ou a ten gra[n]de que a não pode fazer» (f. 22)  |a «Capitolo do regeitan do papo» (f. 23)  |a «Capitolo dos regeitos uelhos» (f. 23 v.)  |a «Capitolo da aue quebrantada» (f. 24)  |a «Capitolo pera as mãos inchadas» (f. 24)  |a «Capitolo dos crauos» (f. 25)  |a «Capitolo da aue que lhe cae a unha» (f. 27)  |a «Capitolo da aue que tem a perna quebrada» (f. 27 v.)  |a «Capitolo da aue descoxada» (f. 28)  |a «Capitolo de quando a aue he ferida» (f. 28 v.)  |a «Capitolo da pancada ou ferida do olho» (f. 29)  |a «Capitolo da topadura ou derramadura» (f. 29 v.)  |a «Capitolo da unha» (f. 29 v.)  |a Junto com, em letra da mesma mão: «Livro de Falcoaria», de Pero Menino (F. 30-66) 
517 1 |a Livro de cetraria 
518 1 |a Livro de citraria e experiências de alguns caçadores : primeiramente fala nas plumagens das aves por onde se conhecem e como se hão-de tratar e fazer, segundo nas doenças e sinais em que se conhecem e remédios com que se curam 
702 1 |a Costa  |b Domingos da  |f fl. 1617  |4 700  |3 1266576 
702 1 |a Pombal  |c Marquês de  |f 1699-1782  |4 390  |3 71369 
801 0 |a PT  |b BN  |g RPC 
966 |l BN  |m MICROF  |s F. 5851 
966 |l BN  |m RESMAN  |s PBA. 518//1  
901 |a Manuscripts 
902 |a Manuscript