Noticia das vias militares na milhor forma que se pode descobrir

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Format: Manuscrit
Langue:portugais
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MARC

LEADER 00000nbm a2200000 450
001 bnp-1987804
003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/catbnp/1987804
100 |a 20180411f17011800k y0pory01030103ba 
101 0 |a por 
102 |a PT 
105 |a y z 000yy 
106 |a h 
200 1 |a Noticia das vias militares na milhor forma que se pode descobrir  |b Manuscrito] 
210 1 |d [17--] 
215 |a F. [11-20]  |c papel  |d 31 cm 
304 |a "As vias militares que no tempo dos romanos saiam desta cidade de Braga para diversas partes são hoje as estradas reais mais frequentadas que esta terra tem, consevandosse des aquele tempo athe o presente sem algu[m]a duvida, como se prova dos muitos padrões que ainda há, e vestidios antigos que apesar da muita antiguidade se conservão em algumas partes" 
307 |a Seguiu-se a numeração recente a lápis 
307 |a F. [17-19] com menores dimensões (21 cm) e tinta diversa 
327 1 |a Via 1ª para Chaves Iniciada pelo Imperador Antonino em Salácia, hoje chamada Salamonde (f. 11 v.)  |a Via 2ª de Braga e, na opinião do autor, não ia para Fão, com alguns defendem, mas sim para Ponte de Lima, depois para Caminha, Galiza e Astúrias. Esta opinião é sustentada numa série de razões que apresenta (f. 11 v.)  |a Via 3ª Vai até ao Gerês, em direcção à antiga cidade de Calcedónia (Gerês, povoação da idade do ferro), Portela do Homem, Galiza, Astúrias. Estrada notável pela perfeição e grande custo com que foi feita, pela aspereza do Gerês, toda de uma largura e bem calçada como ainda hoje se mostra (f. 13)  |a Via 4ª para Tui Saía de Ponte de Prado, a uma légua de Braga, Portela das Cabras outra légua, Albergaria e Ponte de Lima, Valença e Tui. "Desta via se conservão ainda muitos padrões, ainda q[ue] já fora de seus próprios lugares" (f. 13 v.)  |a Via 5ª "A via militar de Lisboa sahia pella Cruz da Pedra e hia ao Porto, que são oito legoas, e pella maneira que hoje vay a estrada Real" (f. 13 v.)  |a Via 6ª "Muitos tem por certo que havia [continua no f. 20] sexta via; e que esta ia pelo Sul à vila de Guimarães, que são tres legoas, a Pombeiro, a Amarante e passava o Marão. Dela se não achão vestígios alguns" (f. 13 v.)  |a "R[el]laçam q[ue] vejo de Braga Da p[rimeir]a estrada" (f. 14)  |a "Rellação dos Lugares por donde emtendo caminhava sertam[en]te a estrada de Braga a Astorga" (f. 15)  |a "Rellação dos povos por donde passa a estrada de Braga pello Gerês p[ar]a Astorga segundo a rellação que me veyo de Galliza" (f. 16)  |a "Estrada de Vinhaes p[ar]a Astorga" (f. 17)  |a "Estrada de Vinhaes a Astorga por serra de Cabrera que he mais breve que a q[ue] vay p[e]la Puebla (f. 19) 
518 1 |a Notícia das vias militares na melhor forma que se pode descobrir 
801 0 |a PT  |b BN  |g RPC 
966 |l BN  |m MICROF  |s F. 1471 
966 |l BN  |m RESMAN  |s COD. 8750//3 
901 |a Manuscripts 
902 |a Manuscript