Oração feita pello doutor Antonio pinheiro quando começou a Jnsinar os moços fidalguos por mandado del Rey noso s[e]nn[h]or

I tiakina i:
Ngā taipitopito rārangi puna kōrero
Kaituhi matua: Pinheiro António
Hōputu: Tuhinga taketake
Reo:Pōtukīhi
Ngā Tūtohu: Tāpirihia he Tūtohu
Kāore He Tūtohu, Me noho koe te mea tuatahi ki te tūtohu i tēnei pūkete!

MARC

LEADER 00000nbm a2200000 450
001 bnp-2048997
003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/catbnp/2048997
100 |a 20200626f15411557k y0pory01030103ba 
101 0 |a por 
102 |a PT 
105 |a y z 000yy 
106 |a h 
200 1 |a Oração feita pello doutor Antonio pinheiro quando começou a Jnsinar os moços fidalguos por mandado del Rey noso s[e]nn[h]or  |b Manuscrito] 
210 1 |d [Ca 1541] 
215 |a F. [243-250]  |d 35 cm 
300 |a Cópia 
304 |a Trata-se de um discurso sobre a importância do estudo e do ensino, em particular, dos fidalgos 
306 |a Para a datação considerou-se a data da nomeação de António Pinheiro como mestre de moços fidalgos 
321 1 |a Cfr.: Lopes, Ana Mafalda Pereira - Confortando reis e rainhas: as cartas consolatórias entre a política e o luto (séculos XV-XVI). [S.l.: s.n.], 2016. Dissertação de mestrado em história, Universidade do Minho  
321 1 |a Cfr.: Graes, Isabel - «António Pinheiro: um testemunho jurídico-político na corte quinhentista portuguesa». Cuadernos de Historia del Derecho. Universidad Complutense de Madrid: Madrid, 2008. Vol. 15 
327 1 |a Encadernado em: "Miscellanea" 
518 1 |a Oração feita pelo doutor António Pinheiro quando começou a ensinar os moços fidalgos 
700 1 |a Pinheiro  |b António  |f 1510?-1582  |3 48919 
801 0 |a PT  |b BN  |g RPC 
966 |l BN  |m RESMAN  |s COD. 9004//5 
997 |a BIBEOD 
901 |a Manuscripts 
902 |a Manuscript