Copia de hum Memorial q[ue] o S[enh]or Infante Dom Antonio deu a El REy nosso S[e]n[h]or em 10. de Sept[emb]ro de 1748 . arespeito da s[e]n[te]nça q[ue] contra elle se deu em q[ue] o excluyrão da pertenção â Caza do Infantado
Algu[m]as cousas que disse Simão gomes antes q[ue] morresse sobre o castigo q[ue] Deos deu a este Reyno.
Instruçaõ q[ue] o Principe Elleitor Palatino Duque de Neoburg deu à R[ainh]a D[ona] M[aria] Sofia sua filha q[ue] veio para Portugal.
Conselho q[ue] deu o Conde de Ericeira a seu Neto D. Fran[cis]co de Menezes q[uan]do poz a Espada
Instruçaõ q[ue] o Principe Elleitor Palatino Duque de Neoburg deu à R[ainh]a D[ona] M[aria] Sofia sua filha q[ue] veio p[ar]a Portugal.
Lembrança das obras, q[ue] se fizerão desde 6 de Fev[erei]ro de1746, em q[ue] a entrou a ser R[eit]or o P[adr]e Miguel de Almeyda
Rellação do que se achou ao Jnimigo na Batalha q[ue] se deu em 17 de Junho de 1665
Resposta q[ue] se deu ao Bispo de Ade, o qual partio de L[i]x[bo]a a 4 de Julho de 1542
Discurso do Marques de Valença sendo director da Academia Real na Conferencia q[ue] se fes no Paço em 7 de [Setem]bro de 1736
Rol do q[ue] se gastou em Emvernizar, e fazer Cortina ao Nicho de N[oss]a S[enhor]a do Castelo [...]
Fiel instruido Em estar no templo, e ouuir Missa, como Deos manda: Confessar e Comungar digname[n]te A q[ue] se junta huma semana espiritual algumas meditaçois espiciaes; a sent[enç]a de morte, q[ue] deu Pilates Contra o A. da uida: o testamento q[ue] fez Christo na Cruz: e algumas oraçois muito deuotas
Queixas e apologia do Povo, em q[ue] se justifica a Liberdade com que todo o Estado tem aplaudido as determinações da Rainha N[ossa] S[enhora] a Resp[ei]to do Marques de Pombal...
Rol do q[ue] trouche o Nouiço Ant[óni]o de S[ão] Jozé q[ue] ueio de Borba
Procuração q[ue] a Raynha regente de Cast[el]a deu a D. G[asp]ar d'Haro Marq[ue]z del Carpio para q[ue] em seu nome e de seu f[ilh]o D. Carlos 6.º Rey de Cast[ela] tratasse da paz que por meio do sereniss[im]o Rey da gran Bretanha faz Cast[ela] con Portugal
Rasoes em final no Processo de D[om] Ant[oni]o de Atayde em q[ue] vam expressos os dittos das testemunhas da devaça e da defeza, com o Regim[en]to 1º e 2º q[ue] se deu ao General D[om] Ant[oni]o de Atayde, Cartas de S[ua] Mag[esta]de Decretos e Consultas sobre a mesma materia, e sentenças
Rellação da forma em q[ue] foram repartidos os 500 co[n]ttos da noua contribuição p[e]las comarcas do R[ei]no e o q[ue] importa deste resp[ei]to por usual com o abatim[en]to de vinte cinco contos settecentos e vinte hu[m] duz[en]tos e cincoenta r[ei]s q[ue] acrescerão a Lix[bo]a e termo dos 132 co[n]ttos de computo certo
Cap[itul]o do liuro q[ue] o Irmão Pero do Basto escreueo das couzas q[ue] Deos lhe tem comunicado
Resolucão q[ue] tras o Missal de alguns Cazos q[ue] se pode[m] offerecer em a missa.
Livro q[ue] serve de lançar todas as Cartas q[ue] o Marquez de Nisa escreve a todos os Ministros e outras pessoas na segunda Embaxada q[ue] fez
Copia de duas Cartas que escreveu hum Clerigo de Alcacer a hum Religioso Franciscano de Setubal duvidando-lhe das chagas de S[ão] Francisco, como tambem as respostas q[ue] deu o P[adr]e às mesmas Cartas.
Dona Clara deu à luz...
D. Clara deu à luz...
De hu[m] monstro q[ue] andou por Italia o qual escreueo nas portas do Palacio hu[m]as letras (R.A.S.P.I.P.) com o sangue de hu[m]a orelha q[ue] cortou a hu[m] leão q[ue] leuaua o carro em q[ue] hia
Copia do Nobiliario que Xisto Tauares quartanario da See de Lisboa deixou escrito, do q[ue] l[he] disse D[om] Ant[óni]o de Lima no que compoz, q[ue] foi seu Mestre, e q[ue] tudo o q[ue] sabia de Geraçoes o deuia a Este etc.