Carta a um Academico que recitou a Oração da abertura da Academia das Sciencias

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Natura: Manoscritto
Lingua:portoghese
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MARC

LEADER 00000nbm a2200000 450
001 bnp-2176616
003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/catbnp/2176616
100 |a 20240809j17800706k y0pory01030103ba 
101 0 |a por 
102 |a PT 
105 |a  z 000yy 
106 |a h 
200 1 |a Carta a um Academico que recitou a Oração da abertura da Academia das Sciencias  |f por Hum D[outo]r q[ue] não sofre petas  |b Manuscrito] 
210 1 |a Casa da Ribeiranova,  |d 6 de julho de 1780 
215 |a [11] f., [2] br.  |d 21 cm 
300 |a Cópia uniforme 
304 |a Carta onde o autor critica de forma acintosa a oração proferida na abertura da Academia das Ciências de Lisboa em 1780. Abre o texto com a seguinte frase: "Tão avido era o desejo q[ue] tinha de ouvillo, como foi excessivo o desgosto q[ue] experimentei q[uan]do o consegui [...]" 
518 1 |a Carta a um académico que recitou a oração da abertura da Academia das Ciências 
801 0 |a PT  |b BN  |g RPC 
966 |l BN  |m RESMAN  |s MSS. 184, n. 18   |x 2 
971 |d 2024PRRMSS 
972 |e 0  |z 1  |d 20240827  |v anacris 
901 |a Manuscripts 
902 |a Manuscript